Peneira Molecular 3A
Secagem seletiva de água quando se busca limitar a coadsorção de moléculas maiores em condições compatíveis.
Ver 3A →Seleção de peneira molecular para desidratação e purificação de gás natural por composição, água, CO2, H2S, pressão, ciclo TSA e regeneração.
A escolha do adsorvente depende da composição completa do gás, do teor de água de entrada, da especificação de saída, dos componentes que também precisam ser removidos e do ciclo de regeneração. Para reposição, o grau e a granulometria atuais devem ser comparados com as condições reais da unidade.
| Informação | O que confirmar |
|---|---|
| Composição do gás | Metano, hidrocarbonetos mais pesados, água, CO2, H2S, mercaptanos e outros componentes relevantes. |
| Objetivo | Teor de água ou ponto de orvalho de saída e contaminantes que devem ser reduzidos. |
| Operação | Vazão, pressão, temperatura de adsorção e variações de carga da unidade. |
| Leito | Número de vasos, diâmetro, altura, volume, quantidade de adsorvente, camadas e internos. |
| Regeneração | TSA, gás de regeneração, temperatura, vazão, pressão, tempo de aquecimento, resfriamento e repressurização. |
| Material atual | Grau, formato, granulometria, densidade, TDS, COA e histórico de campanha. |
A lista orienta a comparação inicial; não substitui a validação da unidade e da composição do gás.
Secagem seletiva de água quando se busca limitar a coadsorção de moléculas maiores em condições compatíveis.
Ver 3A →Secagem de água em correntes compatíveis com a abertura de poro do grau.
Ver 4A →Avaliação de secagem e separação seletiva em gases e hidrocarbonetos conforme composição.
Ver 5A →Poro mais amplo para adsorção de água e moléculas maiores em processos adequados.
Ver 13X →Uma unidade cujo único objetivo é reduzir água pode exigir uma estratégia diferente de outra que também precisa remover CO2, H2S, mercaptanos ou compostos maiores. Informe cada componente alvo e a especificação de saída para evitar uma recomendação genérica.
Quando a composição muda ao longo da campanha, envie faixas mínimas, normais e máximas. A condição mais severa pode definir o ciclo e a quantidade útil de adsorvente.
A capacidade de equilíbrio isolada não define o desempenho de uma unidade TSA. O leito precisa aquecer, dessorver os componentes, ser purgado, resfriado e retornar à pressão sem condensação ou avanço prematuro da frente de água.
Para comparar um material novo com o atual, relacione os dados de adsorção às condições reais de regeneração, à densidade de carga e à duração esperada da campanha.
| Informação | O que enviar |
|---|---|
| Alimentação | Composição completa, água, contaminantes, vazão, pressão e temperatura. |
| Produto | Especificação de água, ponto de orvalho e componentes alvo na saída. |
| Unidade | Número de vasos, dimensões, internos, camadas e quantidade carregada. |
| Ciclo TSA | Tempos, temperaturas, vazões e pressões de adsorção e regeneração. |
| Histórico | Tempo de campanha, sintomas, análises, contaminação e material atual. |
| Compra | Quantidade, embalagem, documentos, país, cidade ou porto de destino. |
3A, 4A, 5A ou 13X podem aparecer em diferentes projetos, mas a escolha depende da composição, dos componentes alvo, do ciclo e da especificação da unidade.
Alguns graus adsorvem vários componentes, porém capacidade útil, competição e regeneração mudam. Informe todos os componentes e limites de saída.
Ela pode ocupar capacidade, alterar a frente de adsorção e aumentar a carga de regeneração. A seletividade deve ser avaliada contra a composição real.
Somente após comparar poro, granulometria, densidade, resistência, capacidade, regeneração e desempenho esperado no projeto.
Água livre, óleo, condensados, partículas, regeneração inadequada, superaquecimento, choque térmico, desgaste e distribuição ruim de fluxo.
TDS, COA, PFD ou dados resumidos da unidade, composição do gás, ficha do material atual e histórico da campanha.
Envie aplicação, especificação atual, condições do processo, quantidade, embalagem e país ou porto de destino.
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